Vivemos numa sociedade “psiquiatrizada”

Somos cada vez mais competitivos e mais sensíveis aos problemas da saúde mental. No entanto, também estamos cada vez mais sós sob o peso de um novo estigma a “fragilidade”.

Nos dias que correm a tristeza é sinónimo de doença mental, atenção não tem nada a ver uma coisa com a outra. Para crescermos de uma forma harmoniosa e saudável é essencial que, em determinadas alturas da nossa vida, da mesma forma que rimos também devemos chorar”.

Temos hoje uma sociedade muito mais competitiva. Por outro lado, estamos muito sozinhos nesse crescimento, nesta competitividade. Cada vez temos menos tempo para estarmos com os outros e, provavelmente, esta necessidade de gerirmos de uma forma mais difícil o nosso sofrimento ou incapacidade de gerirmos o nosso crescimento também tem um bocado a ver com esta solidão.

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Carlos Sousa